Software livre e as empresas comerciais

O software livre demonstra vantagens e desvantagens em relação ao software proprietário, porém nada mais é que software.

Mas, infelizmente não é isso que o pessoal pensa a respeito do software livre. Muitas pessoas que não conhecem nem mesmo os benefícios do software livre, estão levando o movimento open source para outros caminhos, como culinária, etc…

Alguns dizem que o Richard Stallman é um fanático, porém se esquecem que foi ele que iniciou o movimento e que vive disso.

Já vi pessoas falando que o MPX é melhor que o Surface, sendo que pelo o que eu notei o MPX não passa de um computador com um monitor invertido com touchscreen. É claro que o Surface é superior ao MPX, o qual ainda está no seu começo e tende a melhorar e muito, porém eles não reconhecem a superioridade do Surface.

Outro caso de diversas discussões são os acordos da Microsoft e outras empresas que trabalham com o Linux, como a Novell. Parece que as pessoas não entendem ou não querem entender que a Microsoft é uma empresa comercial e por isso deve arrumar um modo de tirar seus concorrentes do mercado ou descobrir um jeito de tirar proveito deles.

O Linux é um forte concorrente do Windows no mercado de servidores, e tende a aumentar a concorrência com o tempo.

O mais interessante dessas discussões é verem as pessoas falando: Não uso mais OpenSuse. Poxa, o OpenSuse é uma distribuição para [Bp]Desktops[/Bp], a qual nem lucros traz para a Novell.

Dias atrás presenciei tópicos em uma comunidade, sobre um jantar “livre”, que nada mais era que uma mesa que rodava Linux.

Teve também o caso da cerveja open source, e algumas pessoas que querem receitas open sources, comida open source, etc..

Software livre para mim é apenas software livre, se as pessoas não caírem na realidade, começarão a parar de comprar determinada marca de papel higiênico, pois a outra mais vagabunda barata é open source.

Daqui a alguns dias teremos, o arroto open source, a água open source, o remédio open source.

Já basta os caras terminando namoro, pois a namorada usa Windows.

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Linux crash, capturado por: Fabiane Lima

O Linux não é perfeito, e muitas vezes ele trava. Porém, muitas vezes estes travamentos são causados graças a problemas de hardware. E nesse caso, iremos considerar os travamentos por problemas nos módulos de memórias.

Como não existe um modo de reparar defeitos nos módulos de [Bp]memórias[/Bp], os quais acabam precisando ser descartados. Muitos chips já são fabricados com defeitos, e são descartados durante a produção. Outros são danificados por eletricidade estática, picos de tensão, etc..

Os erros geralmente não aparecem de imediato, porém com o tempo é possível inutilizar um componente. Quando os erros aparecem nos últimos endereços dos pentes, podem ser confundidos com problemas nos programas ou sistemas operacionais. Por isso o usuário acaba substituindo o pente de memória.

Porém, no Linux é possível aproveitar esses pentes de memórias defeituosos através de um patch para o kernel denominado BadRAM.

Para se ter sucesso com o patch, deve-se executar duas etapas: a primeira consiste em executar o Memtest para fazer um diagnóstico dos pentes de memórias afim de procurar e apontar algum erro, e após o teste, marcaremos os setores defeituosos, apontados pelo Memtest, de modo que o sistema operacional não use mais aquele setor, evitando assim travamentos e instabilidade.

O Memtest realiza 11 testes. Os 7 primeiros são relativamente rápidos, os outros 4 demoram cerca de 10 minutos, e são mais rigorosos que os mais rápidos sendo capazes de encontrar erros não detectados pelos 7 primeiros.

Para que ele execute desenvolvendo os endereços na forma que o BadRAM lê, basta apertar a tecla c para acessar a configuração e em seguida as opções, “5” (Error Report Mode), “2” (BadRAM Patterns) e depois 0 duas vezes para voltar a tela inicial. Deixe o Memtest rodando por um bom tempo, e depois anote os endereços defeituosos. Feito isso basta instalar o BadRAM.

Se você já possui o “kernel-source” e os compiladores necessários instalados, basta instalar o patch e recompilar o kernel. O patch pode ser baixado aqui de acordo com a sua versão do kernel. Para aplicar o patch, basta acessar a pasta “/usr/src/linux”, e em seguida aplicar o patch com o comando “patch -p1″ indicando a localização do arquivo, como em:

# patch -p1 < /tmp/BadRAM.patch

Feito isso, basta seguir os seguintes comandos:

# cd /usr/src/linux

# make xconfig

Dentro do configurador gráfico, indique o arquivo de configuração do kernel atual, localizado na pasta /boot, para que seja gerado um kernel com as mesmas configurações, porém com o suporte ao BadRAM.

# make bzImage

Após esse comando, será gerado o novo executável do kernel, o qual deverá ser movido para a pasta boot.

Depois do novo kernel gerado, é necessário uma mudança no seu gerenciador de boot, como exemplo usaremos o Lilo. No fim da seção referente ao novo kernel inclua a seguinte linha:

append=”badram=Aqui vai os endereços gerados pelo Memtest”

Lembrando, que o uso do BadRAM, só funciona em casos em que os endereços defeituosos não estão no começo dos módulos, nos primeiros 4 ou 6mb. Nesses casos os endereços defeituosos estão justamente na área ocupada pelo kernel durante o boot. A melhor solução para esse tipo de problema é usar um par de memórias, de modo que o pente sem defeito seja instalado no primeiro banco, de forma que o kernel seja carregado no módulo bom e tenha condições de marcar os endereços do módulo defeituoso.

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Várias pessoas possuem interesse em adquirir um notebook, seja para trabalho ou para o lazer. Mas, infelizmente os preços não são exatamente o que podemos chamar de amigáveis, mesmo com a queda do dólar.

Por isso, resolvi fazer selecionar 3 notebooks que possuem preços abaixo de R$2,000. Todos os modelos recomendado neste artigo possuem no mínimo 256mb de ram, pois esse é o mínimo necessário para atender as necessidades básicas da maioria dos brasileiros.
Notebook 14.1 “557S” - R$ 1.599

Notebook ECSApesar do baixo preço, esse notebook possui uma configuração regular. Processador Intel Celeron M370 1.5Ghz Mobile.Tela 14.1.WI-FI-Wireless Lan. HD 60GB. Memória de 256MB Sdram expansível até 2gb. Leitor de DVD e gravador de cd. Bateria com duração de 2 horas. Sistema operacional Linux, em contato com o suporte ECS me informaram que a distribuição usada é a Blanes Linux. Recomendado para quem quer um notebook fácil de transportar e ao mesmo tempo não precisa de muito para executar seus aplicativos.

Notebook ICC 8590 - R$ 1.749,00

Notebook ICCUma ótima faixa de preço e configuração, porém o tamanho do [Bp]HD[/Bp] deixa a desejar. Processador Intel Celeron M 1.60 ghz 420 1MBL2 400MHz. Memória: 512MB RAM expansível até 2Gb. Gravador de DVD e leitor de CD. HD: 40GB de 2,5″ de 9.5mm e suporte PATA. Tela: 15.4″ WXGA TFT Display, resolução 1280 x 800. Peso aproximado: 2,8 Kg. Sistema operacional Linux. Indicado para quem quer um notebook com configuração razoável e não deseja gastar muito dinheiro.
Notebook CCE Celeron M NCV-C5H6 - R$ 1.799,00

Notebook CCEProcessador: Intel® Celeron® M 410 (1.46 GHz). Drive: Combo - DVD/CDRW. Memória: 512 MB DDR2 533MHz. HD: 60GB (SATA - 5400 rpm). Tela: 14.1″ TFT de alta definição Widescreen com Tecnologia BrightView. Bateria de 4 células, sistema operacional Windows Vista Starter Edition. Peso: 2,400 kg. Analisando a configuração, é possível dizer que esse notebook possui um ótimo custo x benefício.

E se você já tem um notebook ou pensa em comprar o seu, seria interessante você dar uma olhada nessa Mochila para Notebook, que está custando apenas R$ 119,00 no Submarino, afinal você deseja transportar seu notebook com segurança. ;)

Bom, espero que essas sugestões lhes sejam úteis, e escolham a opção que melhor lhes satisfazerem. Lembrando que se você optar por adquirir o notebook em uma loja on-line, faça uma pesquisa no Google por opiniões de outros usuários da loja, a qual você pensa em adquirir o notebook, pois existem várias lojas on-lines de fachadas que colocam preço abaixo do normal, com o intuito de atrair vítimas. Eu recomendo o Submarino para fazer uma compra on-line, pois até hoje nunca tive problemas com ela, o atendimento não é dos piores e a entrega é relativamente rápida.

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